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Basto (Sta. Senhorinha)

Junta de Freguesia

Fernando Oliveira de Sousa
Presidente da Junta: Fernando Oliveira de Sousa (PSD/PPD - CDS-PP)
Secretário: Joaquim Fernando Oliveira da Mota (PSD/PPD - CDS-PP)
Tesoureiro: Elsa Sofia Ribeiro Antunes (PSD/PPD - CDS-PP)

Assembleia de Freguesia
Presidente: José António Magalhães Vieira (PSD/PPD - CDS-PP)
1º Secretário: António José Dinis Carvalho (PSD/PPD - CDS-PP)
2º Secretário: Rosa Maria Oliveira Teixeira (PSD/PPD - CDS-PP)
1º Vogal: José Joaquim de Oliveira Teixeira (PSD/PPD - CDS-PP)
2º Vogal: Firmino Joaquim Oliveira da Mota (PS)
3º Vogal: Manuel Leite de Magalhães (PS)
4º Vogal: Fernanda Maria de Oliveira Magalhães (PS)
 
Igreja de Santa Senhorinha
Igreja de Santa Senhorinha
Situada na orla ocidental do concelho, Basto (Santa Senhorinha) faz fronteira com o Celorico de Basto e com as suas congéneres Pedraça, Faia, Arco de Baúlhe e Vila Nune e Refojos de Basto, Outeiro e Painzela, tem uma área de 7,04 Km2 e 938 habitantes (censos 2011).

A pouca extensão de terreno é tipograficamente ameno e pouco declivoso, ocupando um trecho da bacia orográfica da Ribeira de Petimão. Os seus úberes solos terão sido responsáveis por uma fixação remota, ascendendo à Idade do Ferro do Noroeste Peninsular.

O nome terá ficado a dever-se à própria Santa, que dizem ter vindo do Mosteiro de São João de Vieira para aqui ter falecido em 982. Entre os milagres que lhe são atribuídos conta-se o da cura do rei D. Afonso III, levado em pequeno por seu pai D. Sancho I junto ao túmulo da Santa para que esta intercedesse pela sua débil saúde. Interessante também é o milagre de mandar calar as rãs. O folclore é assim, um poço sem fundo onde um turbilhão de incríveis façanhas e estranhos personagens de todas as épocas que interagem com a naturalidade e a crença popular.

A Igreja Paroquial de Santa Senhorinha edificada em terrenos plano e fundo, tem a designação popular de Sé de Basto, assim pretendendo manifestar a sua antiguidade.

Além do cruzeiro, contam-se nesta freguesia diversas casas senhoriais, cuja arquitetura é atribuível aos séculos XVII e XVIII, sendo algumas delas armoriadas e encapeladas. As casas do Paço, do Castelo, de Mozes e Vila Garcia eram já arroladas em 1726. Carcavelos e Caínhos, a Casa do Forno, de Eirões e de Olela, integram também o património edificado desta localidade. Quanto à arquitetura religiosa, são dignas de menção as Capelas do Calvário, ou Senhora do Ó, em Olela e, ainda, Santo António.

Nos inícios do século passado foi construído um Convento – Hospício dos Franciscanos, com capela dedicada a Nossa Senhora da Boa Hora, a qual não chegaria a ser concluída. Nesta terra antiga, a atividade dominante é a agricultura que atualmente se faz acompanhar pela pequena indústria resultante da instalação de duas zonas industriais em Olela, Basto. Das festas e romarias destaca-se a de Santa Senhorinha, Santo António e Santa Catarina.
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