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Políticas governamentais acentuam desemprego na região

Medidas de incentivo adotadas pelo Município Cabeceirense impedem números mais gravosos

26 de março de 2013
Após a análise das estatísticas divulgadas pelo IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, referentes ao desemprego registado no mês de fevereiro de 2013 comparado com fevereiro de 2012, verificamos e lamentamos que no concelho de Cabeceiras de Basto há mais 219 pessoas no desemprego, ou seja 16,4%.
A Câmara Municipal considera que este aumento de desemprego resulta das péssimas medidas implementadas pelo atual Governo a quem cabe definir as políticas de emprego e que em consequência dessas mesmas políticas, ao longo dos últimos dois anos, foi-se promovendo e aumentando o desemprego em todo o país.

O encerramento de serviços públicos, o cancelamento de investimentos do estado, a dificuldade em se obter crédito dos Bancos, a falta de fundos comunitários, o fim de incentivos fiscais e, pior ainda, o agravamento dos impostos, o corte cego dos apoios sociais ou a austeridade pela austeridade, têm sido responsáveis pelo encerramento de cada vez mais empresas e consequentemente pelo lançamento no desemprego de mais portugueses.

O governo não tem apostado na economia e no crescimento económico, assim, os resultados das políticas adotadas são desastrosos e catastróficos a nível social com uma subida imparável do desemprego.

A Câmara Municipal, ciente do drama que esta situação representa para os Cabeceirenses, tem implementado para promover o empreendimento e a criação de emprego, um conjunto de medidas que passam pela dinamização de projetos diversos com dimensão regional geradores de dinâmicas socioeconómicas e pela criação de infraestruturas tais como, a criação e construção de novos parques industriais em diferentes locais do concelho, de que se destacam os parques de Vila Nune, Ranha – Abadim e Cabeceiras de Basto (S. Nicolau) onde estão em construção novos pavilhões e onde já se instalaram empresas que criaram novos postos de trabalho.

Esta política municipal descentralizada, com a criação de novos parques industriais, com terrenos a preços acessíveis de 5,00€/m2 e ainda descontos de 25% para os jovens (dos 18 aos 35 anos) são um incentivo aos empresários visando a captação de investimento e fomentando o surgimento de novas unidades laborais que contribuem para a fixação das pessoas e consequentemente para a melhoria da sua qualidade de vida.
Registe-se com agrado, que de janeiro para fevereiro de 2013, em Cabeceiras de Basto, o desemprego diminuiu, já que temos menos 44 pessoas desempregadas.

As medidas municipais que têm sido implementadas e as infraestruturas que têm sido criadas, têm contribuído para um aumento de procura por parte dos investidores que, uma vez instalados em Cabeceiras de Basto, têm aumentado a oferta de emprego no concelho, seja em unidades fabris, seja em espaços comerciais.

Não fossem as medidas de incentivo adotadas pelo Município Cabeceirense e os números seriam certamente mais gravosos para este concelho no que ao desemprego diz respeito, já que continuam a ser parcas as medidas governamentais de incentivo ao empreendorismo e à criação de novos postos de trabalho, continuando o desemprego a afetar sobretudo as economias dos concelhos do interior.
 

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