Bem-vindo/a a Cabeceiras de Basto

Conteúdo

Arco de Baúlhe e Vila Nune

Junta de Freguesia

Carla Amélia de Magalhães Lousada
Presidente da Junta: Carla Amélia de Magalhães Lousada, Dra. (PS)
Secretário: Carlos Eduardo de Magalhães Pimenta Teixeira (PS)
Tesoureiro: Valéria de Magalhães Moura (PS)

Assembleia de Freguesia
Presidente: Aurélio Teixeira Gonçalves (PS)
1º Secretário: Ramiro André Pacheco de Carvalho (PS)
2º Secretário: Manuela Filipa Sousa Rodrigues (PS)
1º Vogal: Elisa de Jesus Mucha Martins (IPC)
2º Vogal: Vítor Filipe Oliveira Gonçalves Pimenta (IPC)
3º Vogal: Vera Carvalho (IPC)
4º Vogal: Custódio Teixeira de Oliveira (PPD/PSD - CDS-PP)
5º Vogal: Adriano Valente Pereira (PS)
6º Vogal: Bruno Teixeira Pinto (PS)

As Leis nº 22/2012, de 30 de maio e 11/A/2013, de 28 de janeiro, estabeleceram uma nova organização administrativa do território das freguesias tendo agregado as freguesias do Arco de Baúlhe e Vila Nune que, a partir da entrada em vigor, passou a designar-se União das Freguesias do Arco de Baúlhe e Vila Nune, com uma área de 8,93 Km2 e 2.048 habitantes (censos 2011).
 

Arco de Baúlhe

Casa do Povo do Arco de Baúlhe
Casa do Povo do Arco de Baúlhe
Antiga freguesia localizada na orla Sudeste do território cabeceirense, o Arco de Baúlhe é vila desde 20 de Junho de 1991. Fazendo fronteira com o concelho de Mondim de Basto, confina com a antiga freguesia de Vila Nune, e as freguesias de Basto (Santa Senhorinha), Faia e Pedraça.

Trata-se de uma área pouco acidentada, mais ou menos baixa e plana, por onde passa o rio Peio, onde uma ponte de um só arco, conhecida por Ponte Velha terá provavelmente sido a responsável pela origem do topónimo “Arco”.

Historiadores locais referem que esta terra andou partilhada, até 1834, por duas províncias (Minho e Trás-os-Montes) e por outros tantos concelhos (Cabeceiras e Atei de Basto, antiga e extinta circunscrição). Nesta localidade destaca-se como património cultural e edificado, a ponte Velha, a Casa da Portela e a Casa da Capela. O Museu Terras de Basto e a Praia Fluvial do Caneiro são também locais de interesse turístico.



É uma terra dinâmica de onde sobressai a agricultura, a pecuária, a transformação de madeira, a cerâmica e o comércio. O Arco desde cedo se assumiu como principal núcleo urbano da freguesia, ali se concentrando atualmente 90% da respectiva população.

O artesanato aprecia-se nas rendas, bordados e tecelagem. Das festas e romarias destaca-se Santa Luzia, Nossa Senhora dos Remédios e S. Martinho. Nesta terra, o presunto, a vitela assada e o cabrito assado fazem as delícias dos arcoenses e de todos os que se deslocam àquela vila, por onde passava a antiga “estrada real” e que conferiu fama, nos séculos XVIII e XIX, pelas suas ótimas estalagens.
 

Vila Nune

Apeadeiro em Vila Nune
Apeadeiro em Vila Nune
Sendo a mais meridional das antigas freguesias de Cabeceiras de Basto, Vila Nune ocupa uma pequena área situada na extremidade do concelho. Faz fronteira com os Municípios de Mondim e Celorico de Basto e com as congéneres do Arco de Baúlhe e Faia.

Terra pouco acidentada e fecunda, abrange solos agrícolas com aptidão para o cultivo da vinha. Com um índice de povoamento baixo, Vila Nune apresenta alguns locais de interesse patrimonial. Destacam-se a Igreja Matriz, as Casas da Granja e de Além, o Cruzeiro Paroquial e o antigo Apeadeiro de Vila Nune, da linha de C.F. do Tâmega.

Nesta freguesia o artesanato manifesta-se nas rendas e nos bordados.
Scroll